Nossa proposta
Regular melhor, não proibir
Não defendemos o vale-tudo. Defendemos um modelo sério, rígido e fiscalizado, que o Brasil já começou a construir.
01
Apostas esportivas: sim, regulamentadas
Manter as apostas esportivas legais, com licença, sede no Brasil, impostos e fiscalização
permanente da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA).
Com limites às apostas ao vivo: menos mercados durante a partida e intervalo
mínimo entre apostas, para que a aposta esportiva nunca vire um caça-níquel.
02
Cassinos online: regras muito mais duras
Caça-níqueis online, como o “Tigrinho”, giram uma rodada a cada poucos segundos. Proibir só os
empurra para o clandestino. A saída é regra dura no mercado legal:
- Limite de valor por rodada, como faz o Reino Unido
- Velocidade mínima entre rodadas e fim do giro automático
- Limites de perda e pausas obrigatórias
- Proibição de bônus e de qualquer publicidade de cassino
03
Publicidade mínima, com transição
- Fim gradual do patrocínio massivo em até 3 anos, com um fundo de transição para o futebol
- Proibição imediata de influenciadores e de bônus de cadastro
- Avisos obrigatórios de risco em toda peça publicitária
- Nenhuma publicidade voltada a jovens ou em horário infantil
Na linha da Espanha e da Itália, e da Premier League inglesa, que tirou as bets da frente das camisas com anos de transição.
04
Guerra às casas clandestinas, com IA
- Monitoramento por inteligência artificial de redes sociais, grupos de Telegram e WhatsApp, buscando perfis com grande alcance (a partir de 5 mil seguidores) que divulgam links de casas ilegais
- Seguir o dinheiro: rastrear e bloquear chaves Pix, meios de pagamento e domínios espelho das casas clandestinas
- Responsabilizar influenciadores e plataformas que lucram com a divulgação de sites ilegais
- Operado pelo Estado (SPA, Anatel e Polícia Federal), com revisão humana, devido processo e respeito à LGPD
05
Brasil como referência mundial
Permitir que as casas autorizadas aqui atendam apostadores no exterior, onde a lei local
permitir. Isso gera divisas, empregos e arrecadação sob as regras brasileiras. Em vez de
exportar apostadores para sites estrangeiros, o Brasil exporta um modelo.
06
Jogo responsável de verdade
O vício e o endividamento são reais e precisam de resposta. Parte da arrecadação deve
financiar tratamento, cadastro nacional de autoexclusão e educação financeira.
Só um mercado regulado permite isso. No clandestino, ninguém protege ninguém.